Por Emyle Araujo
quinta-feira, 5 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
As fronteiras do ciberespaço
Habilitação: Jornalismo - Comunicação Social
Turma: CJN01S1
Ciberespaço. Uma alucinação consensual vivida diariamente por bilhões [...] Uma representação gráfica dos dados abstraídos dos bancos de dados de cada computador no sistema humano. Complexidade inimaginável. Linhas de luz enfileiradas no não-espaço da mente, agregados e constelações de dados. Como luzes da cidade, retrocedendo...
A efetiva vulgarização da cibernética ocorre a partir dos anos 1980 sob a influência de um tipo de literatura de ficção científica que ficou conhecida como cyberpunk.3 A influência desse gênero literário no cinema foi determinante para a disseminação dos contornos e conotações que o "cibernético" tem hoje. O cyberpunk aglutinou a visão distópica do movimento punk e os estereótipos de seu estilo de vida ao imaginário futurista no qual as gadgets (bugigangas e geringonças) "cibernéticas" e os ciborgues foram amplamente cotidianizados. Um dos principais legados do cyberpunk é a imagem do homem-gadget (homem-objeto que não é muito mais que um gadget acoplado a um sistema ou rede de gadgets) cujo corpo é um banal suporte de biônicos e cuja mente só encontra sua totalidade quando conectada ao "ciberespaço".
O que chamamos de realidade virtual é a camada de interação sensível entre o homem e o ciberespaço. Mas as representações imagéticas da informação digital implicam uma descontinuidade entre aquilo que vemos e aquilo que realmente está por trás da simulação. A realidade virtual opera em dois sentidos, um que cria mundos sensoriais da informação digital e outro que trabalha ocultando a estrutura essencial e material do ciberespaço. São movimentos indissociáveis e, por mais perfeito que venha a ser um modelo de simulação, ele será sempre ambíguo: o mesmo poder de simular mundos é o poder de falsificar e mascarar.
Equipe: Ane Celeste, Ingrid Bianca, Priscila Sena, Kettyn Viana, Crystianne Cassiano, Aleyson da Paz, Miraciclé
Ciborgues: o corpo pós-humano
Habilitação: Jornalismo - Comunicação Social
Turma: CJN01S1
As máquinas do final do século XX tornaram completamente ambígua a diferença entre o natural e o artificial, entre a mente e o corpo, entre aquilo que se autocria e aquilo que é externamente criado, podendo-se dizer o mesmo de muitas outras distinções que se costumavam aplicar aos organismos e às máquinas. Nossas máquinas são perturbadoramente vivas e nós mesmos assustadoramente inertes.
Provavelmente o primeiro produto cultural dessa "nova ordem do real" baseada na cibernética, o ciborgue conjuga as promessas da biônica com as perspectivas anunciadas pela cibernética. O termo bionics foi cunhado em 1960 pelo major Jack Steele, da Força Aérea Americana, para descrever o emergente campo de pesquisas cuja análise do funcionamento dos sistemas vivos visa reproduzir os truques da natureza em artefatos sintéticos (Lodato, 2001, p. 2). Em outras palavras, a "biônica" é uma área relacionada com a biomimética, que pode ser definida como a "ciência de sistemas que têm alguma função copiada da natureza, ou que represente características de sistemas naturais ou seus análogos" (Vincent, [s.d.], p. 1, tradução minha). Já o termo cyborg nasceu da contração de cybernetics organism e foi apresentado, também em 1960, por Manfred E. Clynes e Nathan S. Kline em um simpósio sobre os aspectos psico-fisiológicos do vôo espacial. Inspirados por uma experiência realizada nos anos 1950 em um rato, no qual foi acoplada uma bomba osmótica que injetava doses controladas de substâncias químicas, eles apresentaram a idéia de se ligar ao ser humano um sistema de monitoramento e regulagem das funções físico-químicas a fim de deixá-lo dedicado apenas às atividades relacionadas com a exploração espacial.
O ciborgue é também uma forma de retomar o sonho de Victor Frankenstein disfarçando aquilo que causava horror na sua criatura morta-viva feita com retalhos de cadáveres de pessoas e animais esquartejados "ainda vivos para aproveitar-lhe o sopro de vida na recomposição":
Ninguém poderia suportar o horror do seu semblante. Uma múmia saída do sarcófago não causaria tão horripilante impressão. Quando o contemplara, antes de inocular-lhe o sopro vital, já era feio. Mas agora, com os nervos e músculos capazes de movimento, converteu-se em algo que nem mesmo no inferno dantesco se poderia conceber.
Cibernética
Habilitação: Jornalismo - Comunicação Social
Turma: CJN01S1
Em 1948, o matemático Norbert Wiener publicou Cybernetics: or the Control and Communication in the Animal and the Machine, livro que apresenta as hipóteses e o corpo fundamental da cibernética, resultados de vários anos de pesquisa e interação com pesquisadores de diversas áreas científicas, incluindo as ciências sociais, representados, em especial, pelos antropólogos Gregory Bateson e Margaret Mead. A idéia fundamental desenvolvida por Wiener com seus principais colaboradores, o fisiologista Arturo Rosenblueth e o engenheiro Julian Bigelow, é a de que certas funções de controle e de processamento de informações semelhantes em máquinas e seres vivos - e também, de alguma forma, na sociedade - são, de fato, equivalentes e redutíveis aos mesmos modelos e mesmas leis matemáticas. Ele entendia que a cibernética seria uma teoria das mensagens mais ampla que a "teoria da transmissão de mensagens da engenharia elétrica", Wiener (1948, p. 19; 1984, p. 15) explica que ele e Rosenblueth criaram um termo artificial para designar esse campo de pesquisa porque acreditavam que qualquer terminologia existente traria um viés indesejado ao seu sentido.
Assim, eles cunharam o termo cybernetics derivado do grego kubernetes, palavra utilizada para denominar o piloto do barco ou timoneiro, aquele que corrige constantemente o rumo do navio para compensar as influências do vento e do movimento da água. Além do sentido de controle, reforçado pela correspondência que kubernetes tem com o latim gubernator, a máquina de leme utilizada em navios seria um dos mais antigos dispositivos a incorporar os princípios estudados pelaO campo que Wiener designa de "cibernética" teve início durante os esforços relacionados com a II Grande Guerra, quando ele realizou pesquisas com programação de máquinas computadoras e com mecanismos de controle para artilharia antiaérea. Tanto em uma como em outra pesquisa, Wiener engajou-se no que descreve como "estudo de um sistema elétrico-mecânico que fosse desenhado para usurpar uma função especificamente humana": a "execução de um complicado padrão de cálculo" em um caso e a "previsão do futuro", no outro. A "previsão do futuro" a que Wiener se refere, neste caso específico, é a capacidade de se prever a trajetória de uma aeronave, a fim de que o projétil do canhão antiaéreo encontre-se com o alvo em "algum momento do futuro".
Equipe: Ane Celeste, Ingrid Bianca, Priscila Sena, Kettyn Viana, Crystianne Cassiano, Aleyson da Paz e Miraciclé.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Comunicação Moderna
O termo "cyberespaço" foi projetado por um escritor canadense de ficção científica William Gibson, em 1984 no seu livro Neuromancer. Pierre Lévy coloca o ciberespaço como uma grande rede interconectada mundialmente, com um processo de comunicação "universal" sem "totalidade". A "universalidade" sem "totalidade" segue uma linha interativa de comunicação, possibilitando a "todos" navegantes de uma grande "rede" participarem democraticamente desse modelo interativo de "todos para todos". Desse modo, a idéia de uma "aldeia global" profetizada por Mcluhan na década de 60 se consolida, e o ciberespaço dissemina uma nova cultura pelo globo a cibercultura.
Ciberespaço é o espaço das comunicações por rede de computador. Sua comunicação acontece de forma virtual. Faz uso dos meios de comunicação modernos, destacando-se entre eles a Internet. Esse fenômeno se deve ao fato de, nos meios de comunicação modernos, existir a possiblidade de pessoas e equipamentos trocarem informações das mais variadas formas sem preocupações. Também conhecido como Cyberespaço, termo muito comum na ficção científica, possui variações para vários outras denominações referente à Internet, Cyberpoeta, Cyberpunk e outros mais.
Nome:Carolina Dias
Habilitação:Jornalismo
Turma:CJN01S2
"Organismo Cibernético"
Um Ciborgue é um organismo cibernético, isto é, um organismo dotado de partes orgânicas e mecânicas, geralmente com a finalidade de melhorar suas capacidades utilizando tecnologia artificial.
O termo deriva da junção das palavras inglesas cyber(netics) organism, ou seja, "organismo cibernético". Foi inventado por Manfred E. Clynes e Nathan S. Kline em 1960 para se referir a um ser humano melhorado que poderia sobreviver no espaço sideral [1]. Tal idéia foi concebida depois de refletirem sobre a necessidade de estabelecer uma relação mais íntima entre os seres humanos e máquinas, em um momento em que o tema da exploração espacial começava a ser discutido.
Os ciborgues típicos das obras de ficção científica, apresentam-se como uma síntese de partes orgânicas e artificiais e, geralmente, servem de mote para comparações entre o ser humano e a máquina, refletindo sobre temas como a moralidade, livre-arbítrio, felicidade, etc. Estes ciborgues podem ser representados como visivelmente mecânicos (por exemplo, os borgs em Star Trek, ou os cylons em Battlestar Galáctica) ou quase idênticos aos seres humanos (por exemplo, os cylons
Ciborgues reais, ao contrário do que foi dito no parágrafo anterior, seriam pessoas que utilizam tecnologia cibernética para reparar ou superar deficiências físicas e mentais em seus corpos. Por exemplo, uma pessoa que possui um membro mecânico entraria nesta definição.
Nome:Carolina Dias
Habilitação:Jornalismo
Turma:cjn01s2
Tratando de Informação
Cibernética é uma tentativa de compreender a comunicação e o controle de máquinas, seres vivos e grupos sociais através de analogias com as máquinas cibernéticas (homeostatos, servomecanismos, etc.).
Estas analogias tornam-se possíveis, na Cibernética, por esta estudar o tratamento da informação no interior destes processos como codificação e decodificação, retroação (feedback), aprendizagem, etc. Segundo Wiener (1968), do ponto de vista da transmissão da informação, a distinção entre máquinas e seres vivos, humanos ou não, é mera questão de semântica.
O estudo destes autômatos trouxe inferências para diversos campos da ciência. A introdução da idéia de retroação por Norbert Wiener rompe com a causalidade linear e aponta para a idéia de círculo causal onde A age sobre B que em retorno age sobre A. Tal mecanismo é denominado regulação e permite a autonomia de um sistema (seja um organismo, uma máquina, um grupo social). Será sobre essa base que Wiener discutirá a noção de aprendizagem.
É comum a confusão entre cibernética e robótica, em parte devido ao termo ciborgue.
Habilitação:Jornalismo
Turma:CJN01S2
domingo, 1 de junho de 2008

Habilitação: Jornalismo
Turma: CJN 01S1

Habilitação: Jornalismo
Turma:CJN01S1
O meio é mensagem

Habilitação: Debate do Texto "O meio é mensagem"
Turma:csn01s2
sábado, 31 de maio de 2008
Resumo: Cibernética,Ciborgue e Ciberespaço
Nome: Aline HerculanoHabilitação: Publicidade e Propaganda
Turma:CSN01S2
sexta-feira, 30 de maio de 2008
ALMA CIBERNETICA
Transmutada de sonhos criei uma alma cibernética. Deletei do coração dores e saudades desfragmentei as ilusões apaguei da memória os sonhos e as emoções. Fiz um scan disk completo na area dos sentimentos abaixei o pano negro da vida deixei apenas na memória coisas antigas, simples revividas no arquivo da solidão. No novo hd, salvei as configurações humanas, amor, essencia,fraternidade. Deixei que o espirito da placa mãe, levasse os fantasmas que me atormentava me salvei em meus documentos os amigos, os amores,os prazeres que tenho da vida. Na lixeira tentei recuperar as poesias, as musicas que me proporcionaram felicidades,que me faziam fugir da realidade.Nos itens enviados ficaram apenas as memórias de alguém importante que foi deletado pela maquina mortifera.Me robotizei...agora já não sofro mais sou apenas uma maquina.... com alma , coração e emoção informatizado,vivo apenas de encesenação.
(CONHEÇA A AUTORA NO LINK)
http://encantosepoesias.spaceblog.com.br/p/perfil/
CIBERNÉTICA Resumo dia 19/05/08

Por mais que os estudiosos tentem uma máquina se igualar á um ser vivo, ela nuca conseguirá sentir emoções. Os japoneses são a maior tendência da tecnologia, existe um ótimo exemplo no Brasil, O COMPLEXO INDUSTRIAL FORD NORDESTE em Camaçari – BA. 250 mil veículos por ano. 912 veículos por dia. 1 veículo a cada 80 segundos. Assim é o COMPLEXO INDUSTRIAL FORD NORDESTE: surpreendente como os veículos que fabrica. Uma fábrica completamente automatizada.
Mário Carvalho
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Resumo do debate do dia 27/05/08
Habilitação:
Turma:csn01s2
Ciborgue: o corpo pós-humano
Entre a mente e o corpo, entre aquilo que se autocria e aquilo que é externamente criado, podendo-se dizer o mesmo de muitas outras distinções que se costumavam aplicar aos organismo e as máquinas.
O Ciborgue conjuga as promessas da bionica comas perpectivas anunciadas pela cibernética.
Em outras palavras, a "bionica" é uma área relacionada com a biomimética, que pode ser definida como a "ciencia de sistemas que tem alguma função copiada da natureza, ou querepresente caracte´rsticas de sistemas naturais ou seus análogos".Ciborgue é um casamento da bionica .
O Ciborgue é também uma forma de retomar o sonho de Victor Frankenstein disfarçando aquilo que causava horror na sua criatura morta-viva.
As fronteiras do Ciberespaço
O CIBERESPAÇO SURGI COMO UMA MUDANÇA, COMO UMA ALUCINAÇÃO ÚNICA POR VÁRIAS PESSOAS COMO SAE FOSSE OS DADOS ABSTRAÍDOS BANCOS DE DADOS DE CADA COMPUTADOR NO SISTEMA HUMANO, COMPLIXIDADE IMAGINÁVEL, LINHAS DE LUZ ENFILEIRADOS NO NÃOÉSPAÇO DA MENTE, AGREGADOS E CONSTELAÇÕES DE DADOS, POIS A CIBERNÉTICA SÓ SURGI APARTIR DE 1980, COM UMA GRANDE INFLUENCIA DE UM UM TIPO DE LITERATURA DE FICÇÃO CIENTÍFICA QUE FICOU CONHECIDA COMO CYBERPUNK.
PODEMOS DIZER QUE O IBERESPAÇO É UMA FORNTEIRA ELETRONICA COMO SE FOSSE UMA CONVERSAÇÃO TELEFONICA FORA DAQUI, SEMLUGAR DEFINIDO, COMO SE FOSSE UMA PESSOA MAS COM COMUNICAÇÃO.
terça-feira, 27 de maio de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Cíbrido
Os robôs e computadores são antigos personagens do imaginário humano, mas entre uma máquina programável à válvula da mente humana existem descontinuidades, chegando a reafirmar a oposição do homem e a máquina, nesse sentido não são cibernéticos, pois na cibernética não existe descontinuidade entre máquinas e o organismo.
Ciborques: o corpo pós-humano:
O ciborque foi o primeiro produto cultural que conjugou as promessas biônicas com as perspectivas anunciadas pela cibernética. A biônica pode ser definida como a ciência e sistemas que têm alguma função copiada da natureza que represente características de sistemas naturais. Anucia também que a imagem de um homem melhorado com a acoplagem da tecnologia e cada vez mais além das limitações de desempenho ditadas da natureza, a performance é a noção fundamental para a reformulação da imagem do ser humano na direção da imagem pós-humano.
O ciborgue também é uma forma de retormar o sonho de Frankenstein disfarçando aquilo que causava horror na criatura morto-viva feita com retalho de cadáveres de pessoas e animais esquartejados ainda vivos para aproveitar-lhe o sopro da vida na recomposição.
Nesse sentido, o ciborgue tenta superar a manifestação do nosso horror ao caos, pelo temor que temos pela nossa integridade física, quando fazemos ciborgues, estamos desfazendo concepções sobre nós mesmos. O pensamento utilitarista aplicado à carne e ao aço, o ciborgue anuncia a imagem de um homem melhorado com a acoplagem da tecnologia e cada vez mais além das limitações de desempenho ditadas pela natureza.
O desenvolvimento de próteses também está intimamente ligado à superação de limites que erma impostos àqueles cuja natureza do corpo fora mutilada, por nascença ou acidente, mas hoje, acoplados em próteses desenhadas sob medida, tornam possíveis deficientes até competirem, chegando até a ultrapassar a velocidade de pessoas comuns.
Resumo do texto "Cibernética, ciborques e ciberespaço: notas sobre as origens da cibernética e sua reivenção cultural", de Joon Ho Kim, feito por Gean Fernandes Leite, estudante de Publicidade e Propaganda, turma CSN01S1.
sábado, 24 de maio de 2008
Acervo
Data: 19 de abril de 2008, em Manaus-Am.
Horário da visita: 9h às 12h
Público participante: alunos de Comunicação Social do UniNorte, dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.
Guias responsáveis pela exposição: Srs. Abrahim Base / Jorgemar
Mestre/acompanhante: Profa. Mirna Feitoza
Disciplina: Teoria da Comunicação
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Cada quadro exposto nesse espaço mostra o trabalho do Sr. Phelippe Daou em sua cobertura jornalística sobre as áreas petrolíferas de Coari-AM, bem como recortes do jornal "O Petróleo".
Já em outro espaço, o guia Jorgemar explica sobre a utilização e manuseio da máquina chamada "Lynotipo", onde eram feitas as composições de textos e criação de jornais de época.
A imagem abaixo mostra os primeiros equipamentos utilizados em transmissões da Rede Amazônica, nos anos 70 e 80: tevês, videocassetes e transmissores Maxwell.
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Todos os locais são destacados com alguma história ou curiosidade relacionados à origem da emissora.
Exposição dos equipamentos utilizados nas transmissões externas: câmeras e magazines (apoio câmera-man) e objetos das ilhas de edição.
Primeiras câmeras de estúdio utilizadas pela TV nos anos 70 e 80.
O guia Jorgemar apresenta aos visitantes o espaço com móveis e objetos pessoais do Sr. Phelippe Daou, compondo o seu primeiro escritório na Rede Amazônica, além de condecorações, medalhas, diplomas.
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A visita continua com o guia Jorgemar destacando a importância do local com os pertencentes doados pelo Senador Bernardo Cabral. Na imagem à direita, destaque para o mural de condecorações, diplomas, compondo a mostra deste acervo.quarta-feira, 21 de maio de 2008
Adaptador
A Cibernética deu os primeiros passos em 1948, quando o matemático Norbert Wiener publicou Cybernetics: or the Control and Communication in the Animal Machine, apresentando suas hipóteses, o início e os fundamentos da Cibernética.
Suas idéias foram desenvolvidas com a colaboração de pesquisadores de diversas áreas científicas, em especial dos cientistas sociais Gregory Bateson e Margaret Mead e do fisiologista Arturo Rosenblueth.
Para Wiener, certas funções de controle e processamento de informações são semelhantes em máquinas e seres vivos. Em resumo, ele tinha a idéia de que a Cibernética seria um campo mais amplo do que a teoria da transmissão das mensagens da Engenharia Elétrica.
As pesquisas sobre a Cibernética se intensificaram mais com a II Guerra Mundial, com os estudos sobre a programação das máquinas computadoras e dos mecanismos de controle antiaérea. Durante suas pesquisas, Wiener se interessou pelo princípio da engenharia de controle denominado feedback. Até mesmo esse princípio, que era fruto de estudos e pesquisas ao longo dos anos, apresentava falhas e oscilações semelhantes a dos seres humanos portadores de ataxia.
Os estudos da Cibernética foram apresentadas em várias reuniões científicas. Com a interferência da Segunda Guerra Mundial, a primeira conferência só ocorreu em 1946, sob o título Feedback Mechanisms and Circular Causal Systems in Biological and Social Systems. O nome sofreu pequenas alterações ao longo dos anos, com a colaboração de Rosenblueth, Bateson e Margaret Mead.
Uma das contribuições mais importantes que a Cibernética deixou foi a visão de que os seres vivos e as máquinas não são essencialmente diferentes, não só na relação entre organismo e máquina, mas na forma dos códigos que determinam o funcionamento das máquinas (código binário), como dos seres vivos (o código genético). Seu principal legado é o de que não existe descontinuidade entre máquinas e organismos vivos.
Iranir Carvalho, Publicidade e Propaganda, Turma: CSN01S2
Equipe: Fabricia Medeiros
Geisy Castro
Iranir Carvalho
Jarinha Paula
Katelyn Marques
Luciana Gomes
terça-feira, 20 de maio de 2008
Ciborgues: o corpo pós-humano
A invenção da Cibernética
A palavra se origina do grego kubernetes (palavra utilizada para denominar o piloto do barco ou timoneiro, aquele que corrige constantemente o rumo do navio para compensar as influências do vento e do movimento da água). Além do sentido de controle, tem origem ainda no latim gubernator (a máquina de leme utilizada em navios).
Norbert Wiener (1894-1964)
A palavra Cibernética foi cunhada pelo matemático Norbert Wiener (1894-1964), em 1948, como o nome de uma nova ciência que visava a compreensão dos fenômenos naturais e artificiais através do estudo dos processos de comunicação e controle nos seres vivos, nas máquinas e nos processos sociais.
As idéias iniciais da cibernética tiveram origem em trabalhos desenvolvidos por Wiener e seu colega Julian Bigelow, durante a Segunda Guerra Mundial. Esses trabalhos visavam o aperfeiçoamento de canhões antiaéreos e resultaram na formalização da noção de realimentação negativa. Esta noção foi então utilizada como base para modelos de controle de sistemas artificiais e até do sistema nervoso central.
Em suas pesquisas sobre artilharia aérea, ele se interessou particularmente pelo princípio que a engenharia de controle denomina feedback. Basicamente, esse princípio consiste em realimentar o sistema com as informações sobre o próprio desempenho desejado.
Assim, nas máquinas controladas por feedback, é indispensável a existência de um ou mais detectores e monitores que façam papel de órgãos sensórios, de forma que as informações coletadas possam ser confrontadas com o padrão de desempenho programado.
Nome: Carolina Silva, Habilitação: Jornalismo, Turma: CJN01S1
Equipe:
Guilherme Alves
Joelma Melo
Letícia Ruíz
Valdecléia Oliveira







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