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terça-feira, 13 de maio de 2008

Visita ao Museu da Rede Amazônica

O Museu da Rede Amazônica foi fundado em 18 de abril de 2002 e preserva a história da empresa e de seus fundadores.

Phelippe Daou


Bernado Cabral

Em nossa visita ao local, encontramos expostos os primeiros equipamentos importados para abrigar a antiga TV Amazonas e a Biblioteca Bernardo Cabral, especializada em Amazônia e Comunicação.
































Encontramos também a máquina que o jornalista Phelippe Daou usou no início de sua carreira, aos 16 anos, quando escreveu as primeiras matérias que o conduziram ao Jornalismo.

Uma outra relíquia encontrada no museu é uma Linotipo que era usada pelo jornal A Notícia para imprimir seus exemplares.




Linotipo. Ao lado, Abrahim Baze, diretor do Museu, que nos mostrou o acervo durante a visita







Abaixo, exposição de jornais publicados durante o século XX.



Chegando à Biblioteca, tivemos a demonstração de alguns outros jornais que já existiam por volta do início do século XX, como "Amor" e "O Mucuim".










Jornal "O Mucuim" nas mãos da Profa. Mirna Feitoza.


A partir daí acompanhamos alguns exemplos de propaganda. Nessas imagens, podemos ver amostras sobre a primeira míni-novela infantil.

Sonhos de Popi, scrip da primeira míni-novela infantil

Um pouco adiante nos encontramos com os manequins expostos no centro do local, com figurinos de época doados ao museu para a produção de míni-séries.

Entre outras relíquias guardadas na Biblioteca do Museu, registros importantes como a Constituição de 1988 e a Constituição do Estado da Bahia.

Imagem dos pertences de Phellipe Daou também encontrado no Museu:



A seguir, algumas imagens de méritos conseguidos pela Rede Amazônica.



E muito mais...





Nome: Carolina Dias
Habilitação: Jornalismo
Turma: CJN01S2

terça-feira, 6 de maio de 2008

Máquina do tempo

Durante a visita ao Museu da Rede Amazônica, vimos o LINOTYPO, que é uma máquina de formatar texto ou fundir linhas de tipos. Na década de 60 começaram a chegar os primeiros objetos para inovar o sistema de comunicação: transmissor em válvula, TV e videocassete.
O curioso é que os programas vistos eram gravados. Por exemplo, uma partida da Copa era assistida dias depois, e não ao vivo.
Conforme as tecnologias que surgiam na década de 70, as câmeras foram diminuindo de tamanho, mas ainda eram muito pesadas, dificultando o trabalho do cinegrafista.
A primeira ilha de edição da Rede Amazônica surgiu no período de repressão do regime militar, as imagens eram trabalhadas, e o áudio, controlado.
Toda tecnologia usada na época era da marca Sony.
Titio Barbosa foi um dos criadores do teatro infantil no Amazonas, com a novela "Sonho de Pópi".

Texto: Marco Aurélio (CSN01S2)

domingo, 4 de maio de 2008

Cabeceira

Como parte da visita ao Museu da Rede Amazônica, em 19 de abril, fui sorteado pela participação com este livro de poemas. Segue abaixo minha pequena impressão sobre a obra.

MENEZES, Nilza. Feitura. Porto Velho: Edufro, 2003

Nilza Menezes é poeta, escritora, professora e adepta do candomblé.

"Com a boca esfregar meu poema na tua pele para te marcar com o ardor da saliva no prazer das palavras."

Seu livro foi publicado em 2003 pela Editora da Universidade Federal de Rondônia. Este é um livro de poesias para ser lido com o coração. É uma pequena obra que toca, de alguma forma, quem a lê, que mexe com sentimentos íntimos e profundos, que traz à tona uma emoção sincera e verdadeira.

Lino de Paulo (CJN01s2)

sábado, 3 de maio de 2008

Visita ao museu

O Museu da Fundação Rede Amazônica, em Manaus, guarda relíquias que descrevem a história da TV Rede Amazônica, como aparelhos, fotos, roupas e outros objetos. Há uma linotipo, máquina onde os jornais impressos eram feitos, máquinas de datilografia, aparelhos de rádio, ventiladores, telefones, discos de vinil, televisores e outros.
O historiador Abrahim Baze, diretor do Museu, mostrou-nos a primeira televisão a cores feita no Brasil. Usavam-a para passar programações importantes, como finais de novelas, minisséries, partidas de futebol e outros fatos importantes. Eles reuniam uma grande quantidade de pessoas (geralmente quem não tinha condições de ter uma TV) e passavam a programação em praças e auditórios.
O historiador também falou das primeiras câmeras filmadoras utilizadas na TV. Elas filmaram a primeira minissérie rodada em Manaus, "Encontro com o passado". Ressaltou ainda que, na época, a Rede Amazônica era uma das poucas emissoras de TV do país que possuíam essas filmadoras e em mais de uma unidade. No mesmo salão, estavam os figurinos que utilizados pelos atores da minissérie.
No museu, há uma homenagem (entre tantas outras) a mãe de Phellipe Daou, fundador da empresa, a senhora Nazira Daou, que sempre apoiou e ajudou o filho.
Fomos também à biblioteca do museu, que mantém um acervo com livros sobre comunicação, história do Amazonas e outros.
Lá são guardados alguns exemplares de jornais antigos publicados em Manaus, como o menor de todos já feito na cidade, o “Mucuim”. Ele era feito à mão. Há também vídeos de arquivos da própria TV e de algumas programações da Rede Globo.
Por fim, alguns alunos tiveram a oportunidade de conversar com o também escritor Abrahim Baze, que orientou e forneceu dicas de como seguir no ramo da comunicação. Ele também contou um pouco de sua trajetória.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Galeria



No dia 19 de abril, alunos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo visitam o Museu da Rede Amazônica.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Visita ao Museu da Rede Amazônica :)

Jornais antigos, processo de impressão de um jornal e propagandas antigas.

ALINE HERCULANO
ESTUDANTE DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA (CSN01S2)
Nossa visita ao Museu da Rede Amazônica, no último sábado, em Manaus, começou pelo equipamento mais antigo do espaço, o Linotipo, que pertenceu ao extinto jornal "A Notícia", que circulou em Manaus até os anos 80 e foi posteriormente incorporado pela Rede Amazônica. Nessa máquina era colocado chumbo para tinta, e a pessoa datilografava o conteúdo das matérias redigidas pelos jornalistas. Por uma espécie de janela, ela visualizava e organizava tudo o que seria posto no jornal. Na parte de cima da máquina, o jornal saía pronto.



1- Linotipo usado para a elaboração do jornal
2- Primeiros jornais que circulavam no início do século XX, em Manaus.


Os jornais foram os primeiros meios de mídia impressa na época. Por volta do início do século XX existam em Manaus jornais como "O Amor" e "O Mucuim", entre outros. É a partir daí que começam a surgir as primeiras propagandas publicadas nos jornais, que eram divulgadas como espécies de classificados. Vimos alguns exemplos de propaganda de uma fábrica de tecidos e de calçados. (fotos à direta, abaixo)
Aqui, um dos primeiros jornais que foram feitos na cidade, por volta de 1915, "O Mucuim".










Na foto ao centro, "O Mucuim", jornal que circulava por volta de 1905; ao lado, uma figura de uma antiga propaganda.
Biblioteca Senador Bernardo Cabral, que faz parte do Museu








Na biblioteca do Museu, é possível encontrar acervos de livros sobre a Amazônia, comunicação social e até alguns vídeos de novelas da Rede Globo.


Televisão e rádio

A seguir, serão relatados os principais pontos analisados durante a visita, sobre o início da Rede Amazônica. Vale a pena ressaltar um importante detalhe histórico: a Rádio TV do Amazonas constituiu-se, na época, como a primeira emissora de televisão do Brasil integralmente projetada para operar em cores. Este fato histórico ocorreu no dia 10 de agosto de 1972, quando a emissora levou ao ar, pela primeira vez, o sinal do Canal 5, em fase experimental.

Com o passar dos tempos, as câmeras foram ficando menores e mais modernas. As mais antigas, da década de 70, chegavam a pesar quase 15 kg, o requeria uma grande tarefa para o câmera man.






Os primeiros transmissores tinham um valor muito alto, e eram necessários pelo menos 70 deles para transmitir um programa.
A primeira ilha de edição da Rede Amazônica: aqui era selecionado e editado o que deveria e não deveria ir ao ar.













Nesta imagem, mostra-se um pouco sobre a primeira míni-novela infantil. Ali se encontram o instrumento que tocava-se na abertura da série, o script da novela, uma roupa do personagem, entre outros.

Primeiros equipamentos utilizados na Rádio Amazonas.










Nesta imagem, alguns vinis que tocavam na época, fitas de propagandas antigas e os aparelhos necessários para a rádio.


Méritos
Abaixo, algumas imagens dos méritos adquiridos pela Rede Amazônica ao longo do tempo.
Premiações e alguns registros importantes para a Fundação.















Phelippe Daou
A seguir algumas imagens dos pertences de Phelippe Daou que se encontram no museu, como seu antigo escritório e alguns de seus pertences. Uma pessoa muito influente e importante para o desenvolvimento da Amazônia.

Estados onde a Rede Amazônica atua. Cada uma das emissoras da Rede Amazônica possui retransmissoras nas cidades do interior dos 5 estados cobertos na Região Norte. Os únicos estados da Região Norte que não possuem cobertura da Rede são o Pará e o Tocantins